Jongo de Guaratinguetá - SP para bateria Olá pessoal, agora temos três exemplos com o inicio das variações do bumbo e surdo no ritmo do jongo de Tamandaré, Guaratinguetá. ... more
![]() Prego Batido na Virada Cultural PaulistaEder "O" Rocha, Velho Maza, Virginia Barbosa, Daniel Spirandelle, Abuhl Jr, Maurício Badé, Thalita, Erenay Lins.
PREGO BATIDO Prego Batido é uma expressão usada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, "O trabalho feito. O prego foi bem batido". O trabalho foi bem feito Os conhecimentos adquiridos, por Eder "O" Rocha, durante anos de pesquisa e trabalho com a música, resultaram no Método Prego Batido para o ensino da Percussão Brasileira. Com o objetivo de transmitir o conhecimento tradicional, através de códigos escritos os traços expressivos e o conhecimento da cultura musical brasileira aliados ao ensino técnico da Percussão. A intenção é tornar os instrumentos de percussão tão respeitados quanto qualquer instrumento musical, assim como os seus executantes capazes de transmitir essa idéia. Prego Batido é uma expressão usada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, "O trabalho feito. O prego foi bem batido". O trabalho foi bem feito Eder "O" Rocha adota a expressão popular para firmar a sua metodologia dando a ela o mesmo nome de “Prego Batido” com o compromisso de fazer um trabalho bem feito na conscientização para o estudo da percussão. Formado pelo Centro de Criatividade Musical Profissionalizante de Recife em 1993 como técnico em percussão erudita e tendo trabalhado com as orquestras sinfônicas do Rio Grande do Norte, de Recife, a sinfônica jovem de Olinda e a banda sinfônica do Recife durante o período de 1983 a 1997, ao mesmo tempo trabalhou com grupos populares como o de rock Arame Farpado, o de percussão AngaAtaNaMu, dentre outros o que mais se destacou com três discos gravados foi o Mestre Ambrósio, o qual faz com que “O” Rocha em 1997 saia de sua terra natal e passe a residir em São Paulo até os dias de hoje, onde trabalhou e formou grupos como músico e diretor musical sendo eles: Olho da Rua, Nau de Icaros Cia. Baque Bolado, mesmo estando em São Paulo também trabalhou com grupos da cultura popular tradicional como maracatu de baque solto Águia de Ouro, maracatu de baque virado Estrala Brilhante de Recife, Orquestras de Frevo, e como um dos divulgadores da cultura popular brasileira, andou o mundo ministrando oficinas de maracatu de baque virado, em 2003 lança o seu disco solo – O Circo do Rocha – em 2004 lança o seu método – Zabumba Moderno – fruto de doze anos de pesquisa. Também escreveu para revistas e jornais matérias sobre percussão como a Moderndrumer, Batera e Manguenius. Atualmente alem de sua carreira solo, trabalha com os grupo: Ponto BR, Mutrib, Velho Maza e os Cabulosos, Terno Quente e o grupo Prego Batido. Toda essa experiência resultou na “Prego Batido” buscando o equilíbrio entre a linguagem erudita e popular, utilizando a escrita musical para registro e transmissão de informações de uma cultura, até então conhecida apenas através da tradição oral. Dirigindo e participando de diversos grupos populares que se inspiravam na tradição musical de sua terra natal, Pernambuco somado aos sucessivos workshops e clínicas, ministrados pelo Brasil e exterior, ajudaram a construir um caminho didático, que resultou na elaboração desta metodologia denominada “Prego Batido” Eder “O” Rocha transmite conhecimento tradicional, através de códigos escritos, com o objetivo de entender melhor seus traços expressivos, como também o conhecimento da cultura musical brasileira pelo ensino técnico da Percussão Brasileira. Tornando os instrumentos de percussão tão respeitados quanto qualquer instrumento musical, assim torna os seus executantes capazes de transmitir essa idéia - “Prego batido e ponta virada”. A metodologia parte do ensino da escrita musical aliada a prática dos instrumentos de percussão, buscando o equilíbrio entre a linguagem oral e escrita. O material didático é produzido a partir de uma pesquisa acerca dos instrumentos de percussão na cultura musical brasileira: tipos de instrumentos, qualidades dos instrumentos, contextos onde estão inseridos, diferentes técnicas, características acústicas, diferentes modos de tocá-los de acordo com regiões e grupos sociais específicos. Aulas agendada: aula de no mínimo uma horas e no maximo quatro horas. CURSO: PREPARATÓRIO/ Tempo cíclico Compreensão da música como sendo cíclica. A compreensão do pulso e sub-pulso orgânico com referencia na música dos índios Caiapós. A concretização da música através da dança, remetendo a escrita musical. Movimentos lineares e circulares para a compreensão dos ciclos denominados tempo, compasso e frase. Compreensão de sub-pulsos binários e ternários. Tocando o Maracá. Polirritmia orgânica em função da compreensão do intelecto. Elementos de formação das regras musicais – Apoio e suspensão, Tempo forte e fraco, simbologia dos números 1, 2 e 3 como construção de ciclos, individuo e coletivo, expressão da fala de um povo e seu ritmo, regente e regência, tempo, compasso e formula de compasso, principio das contagens dos ciclos macro e micro. Relógio / Pulsação Simples (binária) e Composta (ternária). Combinações com os cinco elementos verticalmente. Compreensão do pulso e sub pulso. Introdução a compasso, regência e fórmula de compasso. Valores, ponto de aumento, ponto de diminuição, legato e métrica e sinais de repetição Combinações e formação de estruturas cíclicas musicais. Contagens. Articulação. Rítmicas com as mãos e marcação básica com os pés. Instrumentos: Corpo: Tempo cíclico – Relógio – Progressão – Contagem. Independência: - Combinações rítmicas brasileiras (voz, mão esquerda, mão direita, pé esquerdo, pé direito). Maracá: Primeira reprodução de pulso e sub-pulso através de um artefato. Ferro: Frase cíclica de conclusão do exercício pulso e sub-pulso simultâneo. MÓDULO 1 Apresentação dos instrumentos: Atabaque, caixa, pandeiro e teclado (vibra fone) Alongamento para os braços e pernas Aquecimento para a musculatura das mãos e braços. Lendo com o pandeiro Introdução à campana da música afro-brasileira. Compasso simples e composto. Acento métrico, síncope e contratempo. Toques com as mãos (instrumento atabaque). Afinação dos Atabaques Técnica, coordenação, controle dos golpes. Articulação. Toques com baquetas (instrumento caixa) Baqueta como extensão do braço. Exercícios de fixação da baqueta nas mãos. Técnica para os toques com baquetas (com preparação e sem preparação). Técnica, coordenação, controle das baquetas. Afinação da caixa. Toque simples. Progressão rítmica. Exercícios com metrônomo. Andamentos e BPM (batidas por minutos). Escrita e leitura musical. Toques com baquetas macias (instrumento vibra fone). Notas e pautas. Clave de sol e clave de fá na quarta linha. Semitom, tom, alterações. Modos Litúrgicos. Escalas maiores. Ritmos: Ijexá, Jongo, Congo de ouro, barra-vento e cabula (angola) e nagô – atabaque e agogô. Instrumentos: Pandeiro e agogô: Leitura rítmica Caixa Clara: Toques com baquetas: - Baqueta como extensão do braço. Exercícios de fixação da baqueta nas mãos. Técnica para os toques com baquetas (com preparação e sem preparação). Técnica, coordenação, controle das baquetas - Toque simples - Progressão rítmica - Exercícios com metrônomo. Atabaque: Toques com as mãos: - Golpes abertos; agudo, médio, grave - Golpes fechados: agudo, médio, grave - Técnica, coordenação, controle dos golpes - Toque simples - Progressão rítmica - Exercícios com metrônomo. Vibrafone: Leitura nas claves de sol, de fá, semitom, tom e alterações. MÓDULO 2 Introdução à rítmica brasileira. Combinações rítmicas brasileiras. Articulação da mão mais expressiva e sua rítmica. Assento natural. Assento artificial com articulação alternada e com articulação da mão mais expressiva. Rulo múltiplo baseado na articulação da mão mais expressiva. Dinâmica. Rudimentos. Independência. Combinações rítmicas brasileiras. Combinações rítmicas afro-brasileiras. Leitura rítmica e melódica. Articulação. Escalas menores, escala maior – forma harmônica, tons vizinhos, modulação, transporte, teoria “alemã” dos compassos, transposição dos modos litúrgicos, escalas artificiais, quiálteras, expressão, escalas exóticas, abreviaturas, termos especiais, escala geral, nomenclatura das notas, acordes de quinta e suas cifragens, ornamentos. Ritmos: Macumba de caboclinho - Atabaque. Maracatu de Fortaleza, Cacuriá, Ciranda da Zona da Mata Norte de Pernambuco, Perré (Caboclinho), Baião (Caboclinho), Ciranda litorânea, Maracatu de Baque Virado – Caixa. Instrumento: Pandeiro, caixa Clara, atabaque e vibrafone. MÓDULO 3 Estudos técnicos. Mês I – Atabaque. Mês II – Pandeiro. Mês III – Caixa (bateria). Mês IV – Vibrafone Ritmos e melodias de sambas, dos forros e maracatus do nordeste. INTERMEDIÁRIO monte seus módulos por ritmos de sua preferência. Afoxé Ritmo: Ijexá Instrumentos: Atabaque, agbê, agogô e tam-tam. Jongo Ritmo: Jongo Instrumento: Tambú, candoguero, atabaques e agogô. Ciranda Ritmo de ciranda Instrumentos: Bombo, caixa e ganzá. Cavalo Marinho Instrumentos: Pandeiro, baje, mineiro e bexiga. Tribos de Caboclinhos Ritmos: Perré, Baião e Guerra, tesoura e macumba. Instrumentos: Bombo, caracaxá, preaca, caixa e atabaque. Coco de embolada Instrumentos: Pandeiro. Forró Ternos de Forró Ritmos:Xote, Baião, Arrasta-pé, xaxado e coco. Instrumentos: Zabumba, triângulo, agogô, ganzá e pandeiro. Samba de mesa Ritmo: Partido alto Instrumentos: Pandeiro, surdo, ganzá, agogô, tamborim, rebolo e repique de anel. Boi de Zabumba 1mês Ritmo: Zabumba Instrumentos: Zabumba, panderito, tambor onça, maracá. Boi de Matraca Ritmo: Sotaque da ilha e da baixada Instrumento: Pandeirão, matraca e tambor onça Maracatu de Baque Virado Ritmo: Marcação, malê, arrasto Instrumentos: Gonguê, alfaia, caixa, ganzá, tarol. Maracatu de Baque Solto Ritmos: Marcha e samba Instrumentos: Bombo, tarol, mineiro, gongué, porca. Zambê Ritmo: Coco Instrumento: Zambê, chama e lata. AVANÇADO monte seus módulos por ritmos de sua preferência. Tambor de Crioula Ritmo de tambor Instrumento: Tambor grande, meão e crivador. Tambor de Crioula de Taboca Ritmo de tambor Instrumento: Tabocas. Maracatu de Baque Virado Ritmo: Martelo, parada, virado, afoxé Instrumentos: Gonguê, alfaia, caixa, ganzá, tarol, agbê, atabaque. Maracatu de Baque Cruzeiro do Forte Ritmos: Macumba, Marcha e Samba. Instrumentos: Bombo, tarol, mineiro, gongué, porca. Coco Rural Ritmo: Coco Instrumentos: Bombo, tarol e mineiro. Coco de Roda Ritmo: Coco Instrumento: Bombo, ganzá, pandeiro, agogô, tarol, atabaque e tamanco. Frevo Ritmo: Marcha de rua e marcha de bloco Instrumento: Pandeiro, surdo, caixa. Bibliografia auxiliar: Vídeo “O Povo Brasileiro” / Isa G. Ferraz (do livro “O Povo Brasileiro de Darcy Ribeiro) - Rítmica / José Eduardo Gramani - Zabumba Moderno / Eder “O” Rocha - Método Completo para Caixa Clara (nível I e II) - Stick Control / George Lawrence - Guia teórico-prático / Pozzoli - Teoria da Música / Bohumil Med | ||||||||||||||||||||||||||||||
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Projeto Retrato da Prego Batido com HENRIQUE MENEZESRealizado na Serralheria no dia 05 de dezembro de 2010.Henrique Menezes Nascido na capital maranhense, Henrique Menezes pertence a uma importante família de artistas populares da Casa Fanti-Ashanti, centro religioso que é referência da... more | |||||||||||||||||||||||||||||
Olá pessoal, agora temos três exemplos com o inicio das variações do bumbo e surdo no ritmo do jongo de Tamandaré, Guaratinguetá. ... 
